domingo, 30 de março de 2014

A Menina que Roubava Livros - Comentário

“A Menina que Roubava Livros”, livro escrito por Markus Zusak que recentemente ganhou uma versão para as telonas (em breve comentarei sobre o filme), mostra uma estória que se passa na Alemanha Nazista, no qual uma menina chamada Liensel acaba se apaixonando pelo mundo dos livros e passa a rouba-los.  A estória apresenta muitos personagens cativantes que faz qualquer um se apaixonar, entre esses personagens temos a narradora que é a “ceifadora de almas”, ou a “morte”. Recomendo a leitura do livro.








Titulo: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrinseca
Edição: 01
Páginas: 480











Sinopse: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

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