sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dia Nacional do Cego!

            Sei que hoje é sexta-feira 13, porém não podemos esquecer que hoje também é o dia nacional do cego.
            Como de costume irei comentar um livro que fale sobre algo relacionado a esse dia. Escolhi o livro “Sopro no Corpo – Vive-se de sonhos”, eu não li esse livro, mas me interessei bastante lendo a sinopse, o livro não fala somente sobre a cegueira, mas de várias dificuldades enfrentadas por uma pessoa, sendo que uma delas é a cegueira, o que achei mais interessante é que o autor narra a história com humor e não com drama. Enfim, não irei ficar comentando muito sobre a história! Espero que gostem!




Título: Sopro no Corpo – Vive-se de Sonhos.
Autor: Marco Antônio de Queiroz
Editora: Rima.
Edição: 01
Ano de lançamento: 2005
Número de páginas: 192











Sinopse: O carioca Marco Antônio de Queiroz descobriu-se diabético aos três anos, sofreu com o fantasma da impotência ainda jovem, ficou cego aos 21 e teve de enfrentar dois transplantes; de rim e pâncreas. Porém, quem espera se debulhar em lágrimas ao ler Sopro no Corpo - VIve-se de Sonhos terá uma decepção (ou, melhor, uma boa surpresa), pois Marco Antônio optou por narrar sua vida da Mêsma forma que a leva, com bom humor e suavidade. em momento algum o autor demonstra pieguismo e autocomplacência ou ousa dar lição de moral, mas não há como não tirar uma lição de vida desta sua narrativa simples e direta. Sopro no Corpo - VIve-se de Sonhos está dividido em duas pArtes - "com o Sol no Meio da Testa" (reedição) e "Presentes da Vida" (inédito). Na primeira pArte, Marco Antônio, então com 28 anos e preso à cama por conta de um grave acidente de moto, nos fala de sua diabetes, de seu contato com as drogas, da impotência que resolveu se manifEstar justamente na juventude, das vezes em que teve de rever antigos valores, como o machismo, e, obviamente, da cegueira, que aos 21 anos conseguiu o que a diabetes não havia conseguido até então - mudar o rumo de sua vida. Já em "Presentes da Vida" surge o MaQ (iniciais de Marco Antônio de Queiroz) de 20 anos depois, mais maduro e, portanto, mais consciente do que a vida lhe reservou, mas nem por isso amargo ou com panca de herói. Continua a superar as limitAções físicas, a encarar de frente os preconceitos e, acima de tudo, a rejeitar estigmas, mas desta vez tendo a seu lado, além da esposa Sônia, o tão esperado filho Tadzo e os Amigos que sempre o apoiaram. Não é possível não se emocionar com sua "sorte" quando enfim opta por fazer os transplantes. embora a vida às vezes pareça querer mostrar o contrário, Marco Antônio reconhece que sempre está no lugar certo na hora certa, ou como ele Mêsmo diz - "Nasci com o rim virado pra lua". enfim, nEsta obra MaQ é muito bem-sucedido em demonstrar que em qualquer idade é possível enfrentar e contar sem mágoas as tragédias pessoais.




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